
Nem toda estria é igual. A cor da estria conta a história dela: diz há quanto tempo ela existe, em que fase está e como tende a responder ao tratamento. Entender essa diferença ajuda você a tomar a melhor decisão para a sua pele.
Estrias vermelhas: a fase inicial
Quando as fibras da pele se rompem, a região ainda mantém circulação sanguínea ativa. É isso que dá a cor avermelhada ou arroxeada das estrias recentes. Nessa fase, a estria ainda está "viva": há inflamação local e o tecido está em processo de cicatrização.
É o melhor momento para tratar. Como a região ainda tem boa vascularização, a resposta ao estímulo do tratamento costuma ser mais rápida, e o resultado tende a precisar de menos sessões.
Estrias brancas: a cicatriz madura
Com o tempo, a circulação local diminui, a produção de melanina cessa naquela área e a estria assume a cor branca ou perolada. É a fase madura: uma cicatriz estabelecida, com menos atividade celular.
Por muito tempo se disse que estria branca "não tem jeito". Isso não é verdade. O que acontece é que ela precisa de um estímulo mais direcionado para reativar a região, exatamente o que o protocolo que aplico no consultório faz: despertar a produção de colágeno e a repigmentação local.
Comparando as duas fases
- Estrias vermelhas: mais recentes, respondem mais rápido, geralmente menos sessões.
- Estrias brancas: mais antigas, pedem mais sessões, mas também apresentam melhora visível de cor e textura.
O erro mais comum: esperar
Muita gente espera a estria "melhorar sozinha" e só procura ajuda anos depois, quando ela já está branca. A estria não some sozinha, ela apenas amadurece. Quanto antes você começar, mais rápido e mais expressivo tende a ser o resultado.
Se você quer entender como o tratamento age na pele em cada fase, leia também: tratamento de estrias funciona? E veja os resultados reais na página de tratamento de estrias em Niterói.
